segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
books.google.com › books - J.Nunes
terça-feira, 2 de dezembro de 2025
Seu voto é uma jogada de mestre
Percebemos que devemos cuidar de nossa própria vida,
do nosso entorno e das pessoas que amamos
quando olha para a política
e percebemos que é tudo uma questão de retórica,
artimanhas, barganhas e articulações
e que não há escrúpulos ou parâmetros,
é tudo uma questão de manutenção de poder.
Seu voto é apenas uma jogada de mestre, não é sério.
Do mesmo modo acontece quando
tentamos mudar pessoas que não querem mudar,
elas apenas nos usam para os seus fins.
Poema do Livro Forasteiro Em Qualquer Lugar
O canto das meninas
As meninas cantavam: “Um homem bateu em minha porta e eu abri...” Um soldado bateu na porta do meu vizinho, eu espiei por detrás da cortina, o homem foi levado com sua família, não sei pra onde. Eu apenas ri muito... As meninas cantavam: “Um homem bateu em minha porta e eu abri...” Pareciam buscar alegria. “Um soldado bateu na minha porta e eu abri”, pensei que fosse a minha condecoração pelos serviços prestados, o soldado me levou e buscou outros amigos, fomos para um cemitério fora da cidade. Eu perguntei ao soldado: — O que estamos fazendo aqui? O Soldado disse: Sem perguntas! — Logo você não precisará nem de respostas e nem de perguntas... E o terror me congela num silêncio a sete palmos. J. Nunes do livro Forasteiro Em Qualquer LugarOs Escolhidos
Os Escolhidos do PovoO povo nesta terra sempre está à espera de um messias salvador capaz de conduzir o povo à terra da promessa. Mas os seus predestinados, os seus escolhidos; não se entendem, cobiçosos, se devoram no meio do caminho. Os escolhidos desse povo, sedento por justiça, não precisam nem mesmo de opositores, se engolem vivos, e abre caminho para seus inimigos que possuem a artimanha e a cumplicidade ideológica. Os predestinados desse povo batem cabeças estabanados; e seus opositores agradecem rindo dos heróis picarescos do povo brasileiro. Por fim, os predestinados a conduzir o povo até a terra prometida, nem precisam ser eliminados por seus opositores; eles mesmos, estabanados, se eliminam com disparos de fogo amigo. J.Nunes
Prosa e Verso
Prosa e Verso
domingo, 6 de julho de 2025
sábado, 31 de maio de 2025
Poesia do livro Forasteiro Em Qualquer Lugar de J.Nunes
J.Nunes - exposição do livro FORASTEIRO EM QUALQUER LUGAR no Sebo Universitário de Marília
A poesia de J. Nunes se destaca por sua abordagem lírica e introspectiva, explorando temas como solidão, pertencimento, a individuação, reflexão existencial e o individualismo olhado da perspectiva da formação da individualidade, da presença, da integridade e do respeito. Ele é o criador da Literatura Imparcialista, um movimento literário que busca expressar sentimentos de forma autêntica e contextualizar a experiência contemporânea. Comparado a outros poetas brasileiros, sua obra tem um tom mais melancólico e filosófico, semelhante a autores como Carlos Drummond de Andrade e Fenando Pessoa que também exploravam a condição humana e o sentimento de deslocamento.
Enquanto poetas como Manuel Bandeira e Cecília Meireles frequentemente abordavam a musicalidade e a fluidez da linguagem, J. Nunes foca na profundidade emocional e na busca por identidade. Sua poesia pode ser vista como uma fusão entre a mística, o religioso e a observação do cotidiano, trazendo uma perspectiva única dentro da literatura brasileira e a leitura do contexto contemporâneo abordado com imparcialidade.
sábado, 10 de maio de 2025
J.Nunes
J. Nunes, também conhecido como José Nunes Pereira, é um poeta brasileiro nascido em Pérola, Paraná, e residente em Marília, São Paulo. Ele é autor do livro Forasteiro Em Qualquer Lugar, uma obra que explora a ideia de pertencimento e identidade através da poesia. Além disso, J. Nunes é criador do conceito de Imparcialismo, uma abordagem literária voltada para um novo contexto.
O Imparcialismo é um conceito literário criado por J. Nunes, que busca representar a realidade de forma objetiva, sem críticas ou julgamentos, apenas relatos, constatações sempre abordados com ironia, humor ou ressaltado o absurdo com naturalidade.
O imparcialismo se baseia na ideia de que a literatura deve refletir o mundo contemporâneo, abordando temas como globalização, multiculturalismo e mudanças sociais. Além disso, o Imparcialismo segue oito pilares fundamentais: equilíbrio, sanidade, justiça, ordem, estrutura, sensatez, coerência, verdade e consciência.
Essa abordagem literária se manifesta em diversos formatos, como poesia, prosa, conto e crônica, sempre com uma métrica própria e um vocabulário atualizado. O objetivo é criar uma leitura que dialogue com o homem moderno e suas transformações.
O MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO
- Criador do Movimento Imparcialista José Nunes Pereira é conhecido por ser o criador do Movimento Imparcialista, uma corrente literária que busca refletir sobre novas perspectivas na literatura.
- Poeta das Dores Clássicas Suas poesias exploram as dores humanas universais, enfatizando que o sofrimento do homem permanece inalterado através das gerações.
- Professor e Escritor Além de poeta, José Nunes Pereira é professor formado em Letras e tem publicado obras que abordam temas variados, incluindo o esoterismo.
Características do Movimento Imparcialista
Objetividade:
- Foco na observação e descrição da realidade sem subjetividade.
Temas Universais:
- Exploração de temas que afetam a condição humana, como dor, amor e sofrimento, mas de uma forma impessoal.
Estilo:
- Linguagem clara e direta, evitando floreios ou excessos poéticos.
Influência:
- O movimento pode ser visto como uma reação a correntes mais românticas ou subjetivas, buscando um novo olhar sobre a literatura.
Autoria:
- José Nunes Pereira é um dos principais representantes do movimento, promovendo suas ideias através de suas obras e palestras.
Objetivos
- Reflexão Crítica: Convidar os leitores a refletirem sobre a realidade social e existencial de forma crítica e imparcial.
- Despertar Consciência: Estimular uma consciência mais profunda sobre as experiências humanas e suas implicações.
O Movimento Imparcialista é, portanto, uma proposta inovadora na literatura, buscando uma abordagem mais racional e analítica dos sentimentos e experiências humanas.
- Definição do Imparcialismo O Imparcialismo é um movimento literário que visa adaptar a poesia ao novo contexto, focando na leitura do homem contemporâneo e suas inquietações.
- Criador do Movimento O Movimento Imparcialista foi idealizado por José Nunes Pereira, que buscava uma nova abordagem para a literatura ao refletir sobre a contemporaneidade.
- Contexto Literário O Imparcialismo surge como uma proposta de renovação literária, integrando elementos da poesia que dialogam com as experiências e medos da sociedade atual.
sexta-feira, 9 de maio de 2025
O Imparcialismo de J.Nunes
J. Nunes, criador do Imparcialismo, tem algumas obras que se destacam dentro desse movimento literário. Uma das mais conhecidas é "Forasteiro em Qualquer Lugar", que explora temas como solidão, pertencimento, amor e reflexão existencial. Essa obra apresenta uma abordagem lírica e autêntica. Essa obra aproxima a literatura de J.Nunes do Movimento Literário Imparcialista.
J. Nunes mantém o Canal Alguns Poemas, onde compartilha sua produção literária e poética.
Imparcialismo se diferencia de outros movimentos literários por sua abordagem única e contemporânea. Enquanto muitos movimentos tradicionais enfatizam crítica social ou subjetividade, o Imparcialismo foca em relatos e constatações imparciais. Ele incorpora elementos como cosmopolitismo virtual, bucolismo urbano e globalismo cultural, refletindo a era digital e a interconectividade global.
Além disso, sua visão histórica considera fatores como democratização da informação e ascensão social pelo conhecimento, o que o torna um movimento alinhado com as transformações modernas. Diferente de escolas literárias que buscam distanciamento histórico, o Imparcialismo valoriza um observador imparcial, sem esse distanciamento.
O Imparcialismo e o Modernismo têm abordagens bem distintas. O Modernismo, especialmente no Brasil, foi um movimento de ruptura com tradições anteriores, buscando uma identidade cultural própria e explorando novas formas de expressão artística. Ele valorizava a subjetividade, a experimentação e a crítica social.
Já o Imparcialismo, criado por J. Nunes, se distancia dessa subjetividade e busca uma visão mais equilibrada e imparcial da realidade. Ele enfatiza a observação neutra dos acontecimentos, sem o envolvimento emocional ou ideológico que muitas vezes caracterizava o Modernismo. Além disso, o Imparcialismo reflete a era digital e a interconectividade global, incorporando conceitos como cosmopolitismo virtual e bucolismo urbano.
Enquanto o Modernismo muitas vezes desafiava convenções e explorava a identidade nacional, o Imparcialismo foca na constatação objetiva da realidade, sem a necessidade de ruptura ou engajamento político.
O Imparcialismo é um movimento literário formulado entre 2006 e 2008 por J. Nunes, voltado para a leitura do mundo contemporâneo. Ele busca interpretar a sociedade globalizada, a democratização do conhecimento e os impactos culturais da Era da Informação.
O símbolo do Imparcialismo está ligado aos seus oito pilares: equilíbrio, sanidade, justiça, ordem, estrutura, sensatez, coerência, verdade e consciência. Esses conceitos sustentam a visão imparcialista, que se propõe a observar a realidade sem críticas, apenas com relatos e constatações.
Na literatura imparcialista, há uma forte influência da métrica imparcialista, do cronopoema (baseado nos acontecimentos do dia) e da diversidade de estilos, incluindo poema, prosa, conto, crônica e jornalismo.
O Imparcialismo se distingue de outras correntes literárias principalmente por seu enfoque na observação neutra da realidade, sem envolvimento emocional ou ideológico. Aqui estão algumas diferenças entre ele e outras vertentes da literatura:
Imparcialismo x Realismo
O Realismo busca retratar a realidade com detalhes, mas muitas vezes carrega crítica social e posicionamento sobre os eventos.
Já o Imparcialismo evita qualquer tipo de julgamento ou interpretação subjetiva, focando apenas na exposição dos fatos.
Imparcialismo x Modernismo
O Modernismo quebra normas tradicionais da literatura e muitas vezes expressa inquietação social, política e existencial.
O Imparcialismo, por outro lado, mantém ordem e estrutura, evitando manifestações subjetivas ou sentimentais.
Imparcialismo x Romantismo
O Romantismo valoriza emoções intensas, imaginação e subjetividade.
O Imparcialismo rejeita qualquer envolvimento emocional excessivo, focando na lógica e na observação direta da realidade.
Imparcialismo x Pós-modernismo
O Pós-modernismo questiona verdades absolutas e muitas vezes propõe múltiplas interpretações de um mesmo evento.
O Imparcialismo apresenta os acontecimentos sem distorções ou interpretações variadas, com o objetivo de transmitir uma visão coerente e organizada.
O Imparcialismo é uma tentativa de registrar a sociedade contemporânea sem interferência emocional ou ideológica, tornando-se uma abordagem única em meio às correntes literárias tradicionais.
O símbolo imparcialista está associado ao conceito do imparcialismo, um movimento literário e filosófico. Segundo o manifesto imparcialista, o número ímpar é considerado o símbolo do imparcialismo, pois, ao ser dividido em duas partes iguais, (dualismo) sempre sobra um elemento—esse elemento representa o observador imparcial, ou seja, o poeta imparcialista
sábado, 19 de abril de 2025
quarta-feira, 2 de abril de 2025
Permanência da impermanência
Descongelado
Querer consolidação
é querer tornar-se pedra,
é perder as asas do espírito,
é deixar de correr,
Solidificar.
Existir consolidado
é o mesmo que querer
um rio eternamente congelo.
O verão descongela os rios,
a primavera coloca cores nas paisagens
e outono traz a queda das folhas.
A estações são cíclicas
mas consolida a eterna mudança.
Lutar para consolidar
é o mesmo que desejar
ser igual a estátua na praça,
revestida com uma camada de poluição,
entregue ao tempo
e aos intempéries das estações.
O melhor da vida é correr,
deixar correr,
fazer e desfazer,
ser correnteza
e viver as estações.
Realizar sem propósito
de solidificação,
realizar porque a vida
é um eterno fazer e desfazer
um eterno construir
com o excedente de cada mudança.
Realizar para solidificar
é escalar uma montanha
e tornar se estátua
no topo da montanha
e viver a ilusão de que não estamos
subjugados às estações.
É preciso realizar sem propósito de consolidar,
realizar aproveitando o excedente, a vibração,
a frequência e a energia de cada estação.
Correr, fluir e nos construirmos na permanência
da impermanência das estações.
J.Nunes
